Após eleger o drama iraniano The Seed of the Sacred Fig, de Mohammad Rasoulof, como o melhor filme de 2024, o criador do Temporada, Douglas Roehrs, volta com a lista de produções cinematográficas imperdíveis.
Foram assistidas a 81 películas lançadas ou disponibilizadas para o público em 2025. São trabalhos produzidos ou coproduzidos por mais de 30 países diferentes, como Palestina, França, Coreia do Sul, Zâmbia e Austrália — um esforço para prestigiar o cinema feito ao redor do mundo, não apenas nos Estados Unidos.
O grande vencedor deste ano é o filme Sentimental Value, de Joachim Trier. A obra norueguesa lembra o memorável cinema de Ingmar Bergman e mergulha profundamente nas dores humanas. A direção é precisa, o roteiro é inteligente e as atuações são espetaculares.
Abaixo, confira a lista completa de todas as categorias:
Melhor filme
1 – Sentimental Value, de Joachim Trier (Noruega, França, Alemanha, Dinamarca, Suécia e Reino Unido)
2 – Sorry, Baby, de Eva Victor (EUA)
3 – Train Dreams, de Clint Bentley (EUA)
4 – Pillion, de Harry Lighton (Reino Unido e Irlanda)
5 – Apocalipse nos Trópicos, de Petra Costa (Brasil, Reino Unido e EUA)
6 – Materialists, de Celine Song (EUA)
7 – I Swear, de Kirk Jones (Reino Unido)
8 – Kiss of the Spider Woman, de Bill Condon (EUA)
9 – Manas, de Marianna Brennand (Brasil, Portugal e Bélgica)
10 – Belén, de Dolores Fonzi (Argentina)
11 – Hedda, de Nia DaCosta (EUA)
12 – Familiar Touch, de Sarah Friedland (EUA)
13 – Left-Handed Girl, de Shih-Ching Tsou (Taiwan, Reino Unido, França e EUA)
14 – The Alabama Solution, de Andrew Jarecki e Charlotte Kaufman (EUA)
15 – Palestine 36, de Annemarie Jacir (Palestina, Reino Unido, França, Dinamarca, Qatar, Arábia Saudita e Jordânia)
Melhor direção
1 – Clint Bentley, por Train Dreams (EUA)
2 – Joachim Trier, por Sentimental Value (Noruega, França, Alemanha, Dinamarca, Suécia e Reino Unido)
3 – Nia DaCosta, por Hedda (EUA)
4 – Celine Song, por Materialists (EUA)
5 – Guillermo del Toro, por Frankenstein (EUA)

Melhor atuação
1 – Kathleen Chalfant, por Familiar Touch (EUA)
2 – Robert Aramayo, por I Swear (Reino Unido)
3 – Eva Victor, por Sorry, Baby (EUA)
4 – Sean Penn, por One Battle After Another (EUA)
5 – Jennifer Lawrence, por Die My Love (EUA)
6 – Tânia Maria, por O Agente Secreto (Brasil, França, Alemanha e Países Baixos)
7 – Leonie Benesch, por Late Shift (Suíça e Alemanha)
8 – Jessie Buckley, por Hamnet (Reino Unido e EUA)
9 – Joel Edgerton, por Train Dreams (EUA)
10 – Dwayne Johnson, por The Smashing Machine (EUA)
Melhor elenco
1 – O Agente Secreto (Brasil, França, Alemanha e Países Baixos)
2 – Sentimental Value (Noruega, França, Alemanha, Dinamarca, Suécia e Reino Unido)
3 – One Battle After Another (EUA)
Melhor documentário
1 – Apocalipse nos Trópicos, de Petra Costa (Brasil, Reino Unido e EUA)
2 – The Alabama Solution, de Andrew Jarecki e Charlotte Kaufman (EUA)
3 – The Perfect Neighbor, de Geeta Gandbhir (EUA)

Melhor filme queer
1 – Pillion, de Harry Lighton (Reino Unido e Irlanda)
2 – A Nice Indian Boy, de Roshan Sethi (EUA)
3 – Kiss of the Spider Woman, de Bill Condon (EUA)
4 – The Mysterious Gaze of the Flamingo, de Diego Céspedes (Chile, França, Bélgica, Espanha e Alemanha)
5 – Plainclothes, de Carmen Emmi (Reino Unido e EUA)
Melhor roteiro
1 – Eva Victor, por Sorry, Baby (EUA)
2 – Joachim Trier e Eskil Vogt, por Sentimental Value (Noruega, França, Alemanha, Dinamarca, Suécia e Reino Unido)
3 – Drew Hancock, por Companion (EUA)
4 – Celine Song, por Materialists (EUA)
5 – Rian Johnson, por Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery (Reino Unido e EUA)
Melhor fotografia
1 – Adolpho Veloso, por Train Dreams (EUA)
2 – Isabelle Stachtchenko, por Universal Language (Canadá)
3 – Bruno Delbonnel, por The Phoenician Scheme (Alemanha e EUA)
4 – Ximena Amann, por Sujo (México, França e EUA)
5 – Dan Laustsen, por Frankenstein (EUA)
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